Foi com triste surpresa que recebi a notícia de que Saramago havia falecido.
Sendo um dos meus escritores preferidos, foi como se uma parte de mim também se tivesse ido embora...
Descansa em paz José.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
The Guild
The Guild é uma web-série americana sobre os MMOG (Massively Multiplayer Online Game) criada em 2007 por Felicia Day, a.k.a Codex, (a menina ruiva do vídeo). A série encontra-se já na 3ª temporada, tendo já acumulado diversos prémios.
Com muito sentido de humor, aborda as implicações psico-sociais associadas ao vício em que estes jogos se podem tornar, podendo até extrapolar-se para chats, redes sociais e plataformas semelhantes. A letra do vídeo diz tudo e a música até é engraçada.
Os episódios têm uma duração entre 3 a 8 minutos e poderão ser visualizados no YouTube. The Guild tem também site oficial com informações sobre a série, personagens, etc. Vale a pena a visita.
The Guild é a confirmação de que cada vez menos preciso da televisão para me entreter, encontram-se melhores séries no mundo online (paradoxal, não?).
Vejam o primeiro episódio:
(via um passinho à frente)
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A Korina gostou e colocou também no blog dela. :)
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Bairro da Bouça: a diferença de um design
Olá!
Finalmente chegaram as férias e eu posso dedicar mais tempo a este meu espaçinho (esperem reformulações). Porém, hoje quero mostrar-vos algo mais "profissional": a »reportagem« (cliquem para ver) que realizei para o meu estágio de imprensa e da qual tenho muito orgulho - especialmente do infográfico.
A reportagem incide-se no projecto do Bairro da Bouça, no Porto, do qual Siza Vieira fez parte. O ângulo de abordagem foi o design do empreendimento, visto que se destaca dos demais bairros. Como poderão ler, o Bairro da Bouça não é um bairro qualquer...
Os meus agradecimentos vão para Mara Cruz, João Marques Franco e Adriano Martins pelas entrevistas e às professoras Nair Silva e Teresa Reis pelo apoio nesta jornada.
Slide-show:
Enjoy&comment. :)
P.S. Não deixem de ver o documentário "Paredes Meias", de Pedro Mesquita, sobre este mesmo projecto.
P.S. 2 As fotos da maquete não são as do Bairro, mas de um outro projecto.
Finalmente chegaram as férias e eu posso dedicar mais tempo a este meu espaçinho (esperem reformulações). Porém, hoje quero mostrar-vos algo mais "profissional": a »reportagem« (cliquem para ver) que realizei para o meu estágio de imprensa e da qual tenho muito orgulho - especialmente do infográfico.
A reportagem incide-se no projecto do Bairro da Bouça, no Porto, do qual Siza Vieira fez parte. O ângulo de abordagem foi o design do empreendimento, visto que se destaca dos demais bairros. Como poderão ler, o Bairro da Bouça não é um bairro qualquer...
Os meus agradecimentos vão para Mara Cruz, João Marques Franco e Adriano Martins pelas entrevistas e às professoras Nair Silva e Teresa Reis pelo apoio nesta jornada.
Slide-show:
Enjoy&comment. :)
P.S. Não deixem de ver o documentário "Paredes Meias", de Pedro Mesquita, sobre este mesmo projecto.
P.S. 2 As fotos da maquete não são as do Bairro, mas de um outro projecto.
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
copia-me!
Há um certo orgulho no “corta e cola”. Ele reside na superioridade da rapidez, na falta de esforço. Naquela boa nota sem brilhantismo nenhum.
O CTRL (C+V), tão inocente, confia na cegueira de quem o lê. Infelizmente, o corte não é feito apenas no texto...
Inspirarmo-nos nos outros para criar a nossa própria identidade é inevitável. Só assim se cresce. Absorvemos um conjunto de características e adequamo-las à nossa unicidade: isso é a descoberta do que nos identifica.
A plena absorção (sem qualquer mudança) é algo mais do que a entrega daquilo que (não) somos. É também renúncia. Falta de confiança.
Aos quatro cliques do plágio não se poderá chamar de pesquisa. Falta-lhe o método, a ética, a autenticidade. Estes macaquinhos (ou muletas) são monótonos, ilegais e quase que omnipresentes. Muitas das vezes têm sotaque brasileiro; mas não por muito tempo: o Novo Acordo Ortográfico será a sua quinta perna.
A criatividade faz parte do espírito humano; com ela o mundo é transfigurável e adequa-se às nossas necessidades e desejos. Cortar um texto é retirar mundos ao mundo. Desculpem-me o cliché.
Todavia, os plagiadores também sabem ser criativos! Na bibliografia, por exemplo. Em seu poder está um manto de invisibilidade com características excepcionais, esconde e revela autores à sua mercê e ainda lhes troca a identidade!
Não é surpresa, então, que se vejam recorrentemente textos impregnados de erros ortográficos e/ou gramaticais. Ou que se ouçam perguntas, digamos, pouco adequadas. Ou básicas...
O futuro preocupa-me.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
mini perfeição
Ser imperfeito é ser especial. Aí reside o Absoluto.
Ser imperfeito é ser belo. A perfeição é monótona e aborrecida. A perfeição é um fim. Eu gosto é do antes. No fim já não sou nada. O nada não existe, o nada não é belo. A imperfeição é eterna.
Os momentos percem e migram para a memória. Não deviam. Não devia existir memória. Ela desgasta os melhores momentos e embeleza aqueles que não foram assim tão bons. É demasiado imperfeita e por isso demasiado bela.
Diz-se que o Homem é imperfeito. Demorem-se nas suas curvas e adormeçam com as suas palavras, corem perante o seu olhar e derretam-se a cada gesto. Conceberiam algo ainda mais belo?
Mais belo só o amor. Em borboletas espalha-nos o sangue no espírito que adormece nos sentidos. Tudo tem aquele doce gosto da primeira vez, todos os dias. O amor só existe na perfeição imperfeita: a verdadeira perfeição. Aquela pela qual todos os dias nos apaixonamos.
Ser imperfeito é ser belo. A perfeição é monótona e aborrecida. A perfeição é um fim. Eu gosto é do antes. No fim já não sou nada. O nada não existe, o nada não é belo. A imperfeição é eterna.
Os momentos percem e migram para a memória. Não deviam. Não devia existir memória. Ela desgasta os melhores momentos e embeleza aqueles que não foram assim tão bons. É demasiado imperfeita e por isso demasiado bela.
Diz-se que o Homem é imperfeito. Demorem-se nas suas curvas e adormeçam com as suas palavras, corem perante o seu olhar e derretam-se a cada gesto. Conceberiam algo ainda mais belo?
Mais belo só o amor. Em borboletas espalha-nos o sangue no espírito que adormece nos sentidos. Tudo tem aquele doce gosto da primeira vez, todos os dias. O amor só existe na perfeição imperfeita: a verdadeira perfeição. Aquela pela qual todos os dias nos apaixonamos.
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