segunda-feira, 19 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Bicicleta atada

Eu quero uma destas!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

hard>simple

(via frkncngz)

Estupidez consumista

«Estamos a tornar-nos mais estúpidos porque vivemos numa sociedade na qual temos de ser consumidores para que essa sociedade sobreviva. E para ser consumidor, é preciso ser estúpido, porque uma pessoa inteligente nunca gastaria 300 euros num par de calças de ganga rasgadas. É preciso ser mesmo estúpido para isso. Essa educação da estupidez faz-se desde muito cedo, desde o jardim de infância. É preciso um esforço muito grande para diluir a inteligência das crianças, mas estamos a fazê-lo muito bem. Estamos a conseguir destruir aos poucos os sistemas educativos, éticos e morais, o valor do acto intelectual.»

«A escola não tem culpa, é a nossa sociedade que é culpada. A escola, a universidade, deveriam ser o lugar onde a imaginação tem campo livre, onde se aprende a pensar, a reflectir, sem qualquer meta. Mas isso é algo que estamos a eliminar em todo o mundo. Estamos a transformar os centros de ensino em centros de treino. Estamos a criar escravos. Somos a primeira sociedade que entrega os seus filhos à escravidão, sem qualquer sentimento de culpa. Nesses centros de aprendizagem, estamos a criar seres humanos que não confiam nas suas próprias capacidades e que começam a acreditar que o seu único objectivo na vida é arranjar trabalho para conseguir sobreviver até chegar à reforma – que também já lhes estão a tirar. O que estamos a fazer é horrível. Não tem nada a ver com os valores da Internet, com a competência do professor, faz tudo parte de um conjunto. Somos culpados enquanto sociedade.»

Alberto Manguel - escritor
(copiado daqui

A cadeira de publicidade é uma das minhas preferidas do meu curso, e isto porque posso dar largas à minha imaginação. Não há muitas outras onde isso seja possível, infelizmente. Percebo que tudo tenha as suas regras e limites, que a teoria e a cultura são importantes. Contudo fico muitas vezes a pensar que os livros posso lê-los em casa, com mais calma e com as devidas reflexões feitas. Sou da opinião de que nas aulas deveria haver mais debates.

Ultimamente, tempo é o que mais me falta entre os trabalhos, as leituras e o estudo (apesar de já estar de 'férias'). Admito que reflexão tem havido muito pouca e é pena. Sei que amanhã esquecerei metade do que aprendi hoje...

sábado, 3 de julho de 2010

Marrakech - um saborzinho


Salam!

Hoje é o meu último dia em terras marroquinas. Adorei a experiência e espero cá voltar. Nos próximos dias vou falar-vos do que aprendi com esta gente tão simpática.

Hoje fiz uma tatuagem (que é linda), para levar de recordação - entre outros souvenirs. É, treinei o meu francês. As "gazelas" marroquinas (les gazelles, como eles chamam às meninas) fazem tatuagens para casamentos, festas ou para dar boa sorte.

Parecem ser complicadas de fazer, mas não fiquem iludidos. Os traços são bastante simples, mesmo assim é necessária uma mão firme. Após uns 15 a 30 minutos raspa-se a tatuagem com água, para tirar a tinta e ficar apenas aquela que se impregnou na pele. Não ficou muito caro, mas teve que se regatear bastante (aqui tudo o que se compra é assim). Esta tatuagem tem a duração de 15 dias, algumas (as de cor castanha, mais baratas) duram apenas uma semana.

De Marrakech gostava de trazer candeeiros, tapetes, especiarias, espelhos e muita coisa mais. No entanto venho bem recheada de memórias (conversas, cheiros e sabores - aqui come-se bem!), de uma bolsa e sandálias e também de uma coberta para o meu quarto. Depois mostro as fotos.

Do que menos gostei foi da constante perseguição de comerciantes e de guias (não se pode pedir uma informação sem que a tenhamos que pagar), do trânsito caótico (até nas ruas mais pequenas eles andam e não param na passadeira, um verdadeiro perigo!). Mas depois eu conto mais e de forma pormenorizada.

O saldo? É positivo! :)

Vêmo-nos em terras lusitanas!

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails